🏛️ O Novo Cenário: Por que este tema é um divisor de águas?
Prezados colegas, sejamos diretos: o julgamento do Tema Repetitivo n. 1.124 pelo STJ mudou o jogo da advocacia previdenciária.
Quem de vocês já não se deparou com a estratégia de "guardar" uma prova-chave para a fase judicial? Ou quem nunca teve que lidar com um processo administrativo falho, pensando em corrigi-lo em juízo?
Pois bem, essa era acabou.
O STJ, ao analisar o interesse de agir e, principalmente, o termo inicial dos efeitos financeiros (a DIB!) em casos de prova nova apresentada em juízo, foi claro. A tese firmada impacta diretamente o bolso do nosso cliente e a nossa forma de atuar.
A regra agora é dura: se o benefício é concedido com base em documento ou prova que não foi apresentada ao INSS, os efeitos financeiros (o retroativo) podem ser fixados apenas a partir da citação, e não mais da Data de Entrada do Requerimento (DER).
Isso significa, na prática, que um processo administrativo mal instruído pode custar ao segurado anos de benefício retroativo. O "dever de casa" não feito na via administrativa se tornou um prejuízo financeiro irreparável.
🎯 O Propósito do Nosso Curso
Este curso não é apenas sobre entender a tese. É sobre dominar a nova estratégia que ela exige. O título "do processo administrativo ao judicial" é literal. Nossa atuação eficaz começa muito antes da petição inicial.
O objetivo é capacitar você, advogado e advogada, a construir um processo administrativo "à prova de Tema 1.124", garantindo que, mesmo se a via judicial for necessária, o direito do seu cliente retroaja à DER.
📚 O que Vamos Abordar?
Estruturei este curso para ser uma ferramenta prática, indo direto aos pontos nevrálgicos da nossa atuação:
⚖️ Para Quem é Este Curso?
Este curso é essencial para o advogado previdenciarista que entende que o processo administrativo deixou de ser um mero "protocolo" para se tornar o ato central da concessão do benefício.
Ao final, você estará apto não apenas a entender uma nova tese, mas a reestruturar seu fluxo de trabalho, proteger seu cliente de perdas financeiras significativas e, claro, garantir seus honorários sobre o máximo de proveito econômico.
Espero vocês para dissecar esse tema e transformar este desafio em uma nova vantagem estratégica para seus escritórios.